‘“Fui ao Espaço Unibanco Pompéia assistir ao filme “Deixa Ela Entrar”. Durante a sessão (formada por 60% de adolescentes), umas dez pessoas levantaram. Um casal ao meu lado ficou resmungando o tempo inteiro: “Que lixo!”. Sabe qual foi o problema? As pessoas que resolveram vender o filme como “se você gostou de ‘Crepúsculo’, vai gostar desse”. Nada a ver. Em comum, apenas a temática “vampiresca”.”’
Uma semana depois (dia 16), saiu a seguinte:
‘“Concordo em gênero, número e grau com a leitora (o nome não vem ao caso agora)… sobre a incoerência da propaganda que convida os fãs do sucesso adolescente “Crepúsculo” para assistirem a “Deixa Ela Entrar”. Seria como convidar o público de “High School Musical” para conferir “Anticristo” (o autor deste blog acredita que a citação a “Dançando no Escuro”, também de Von Trier, seria mais pertinente). Parece que, infelizmente, na ânsia por bilheteria, vale mesmo contrariar até a lógica mais elementar e o bom senso.”’
Concordamos com ambos. A “campanha” feita a Deixa Ela Entrar é absolutamente infeliz. Exceto, talvez, pelo “teaser trailer”, que dizia assim: “filmes sobre vampiros estão na moda… mas este ganhou 53 prêmios internacionais…”
De qualquer maneira, encerro – pertinentemente ou não – com uma reflexãozinha que pipocou em meu cérebro estes dias: enquanto publicitário for metido a artista e economista for metido a filósofo, o mundo continuará perdido…
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