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No livro O Discurso Cinematográfico: Opacidade e Transparência, Ismail Xavier discute a ontologia da imagem cinematográfica (capítulo I: “A Janela do Cinema e a Identificação”). Para tanto, ele cita as formulações de Maya Deren, cineasta importante na vanguarda norte-americana entre 1947 e 1961, que reproduzimos aqui como ponto de partida para as nossas discussões. “O… Read more
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Arte é encanto. Ainda que se acredite radicalmente em uma estética realista, é necessária e natural a transformação mínima da realidade ao ser transposta para o plano das artes. A sublimação do real, operada pelo fazer artístico, contribui enormemente para deixar uma marca indelével no espectador; de modo que, quando ele voltar à “realidade”, vai… Read more
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“Disponha!”É o que deveria dizer o espectador para entrar no espírito da brincadeira desse filme. Brincadeira sim, pois o que se vê na tela não é, quase absolutamente, sério (exceto por uma única ação responsável que o protagonista toma no final – mostrando que ainda há esperanças para ele). Chama muito a atenção o largo… Read more
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É bom que se pare de fazer comparações entre M. Night Shyamalan e Alfred Hitchcock. Os dois têm mais diferenças: nas técnicas e, principalmente, nos temas e mensagens, do que semelhanças. O único ponto pacífico é que ambos são cineastas virtuoses, significando não que possuem grande talento (uma vez que ambos possuem, sendo Hitchcock o… Read more