Caru Alves de Souza
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Meu Nome é Bagdá (Brasil, 2020, dir.: Caru Alves de Souza) possui uma das cenas de violência simbólica mais fortes que já vi no cinema. É antológica. Vemos a jovem protagonista, que se apresenta como Bagdá, sofrendo um “enquadro” da polícia militar, junto de seus amigos, na pista pública de skate em que costumam passar Read more