A velha história: zumbi, vodu, apocalipse. Com muito “gore” (muito mesmo) e boas doses de ironia.
Ainda Orangotangos (Brasil, 2007, Gustavo Spolidoro)
Filme experimental e independente. Interessante por isso. E por nada mais. Que se continuem com as experiências. Acredito piamente que uma hora aparecerá a obra-prima acabada.
Trovão Tropical (“Tropic Thunder”, EUA, 2008, Bem Stiller)
Sei que a palavra “irreverência” já perdeu qualquer significado que um dia possa ter tido. Mesmo assim, Bem Stiller recupera algo que dá gosto em afirmar: IRREVERENTE!
Canções de Amor (“Chansons d’Amour”, França, 2007, Christophe Honoré)
Mais um daqueles filmes que ensinam a amar. Com muita música, que é essencial. Há quem não goste de musicais (o que já me causa certo estranhamento), mas eu desconfio bastante de quem não gosta de música…
Viagem ao Mundo dos Sonhos (“Explorers”, EUA, 1985, Joe Dante)
Mais um daqueles filmes que ensinam a sonhar. Este, particularmente, é um dos filmes que definiram minha vida. É questão de formação.
O Martírio de Joana D’Arc (“La Passion de Jeanne D’Arc”, França, 1928, Carl T. Dreyer)
A arte do cinema em seu estado mais puro.
O Estranho Mundo de Jack (“Nightmare Before Christmas”, EUA, 1992, Tim Burton)
Tim Burton é o messias dos “outcasts”. Filme belo. Deve estar presente na formação de toda e qualquer criança.
Escola do Rock (“School of Rock”, EUA, 2003, Richard Linklater)
A grande sessão da tarde do futuro. Deverá fazer parte da formação dos (pré-)adolescentes daqui a uns dez ou quinze anos. Sem contar que também é um grande filme sobre professor / pedagogia.
Hellboy (EUA, 2004, Guillermo Del Toro)
O início de mais uma grande marca do cinema de fantasia. Del Toro tem qualidade e inteligência para superar Spielberg, Lucas, Peter Jackson. Só não cito Tim Burton, porque aí a coisa ficaria polêmica.
Hellboy II: O Exército Dourado (“Hellboy II: The Golden Army”, EUA, 2008, Guillermo Del Toro)
Se você achou o primeiro surpreendente e promissor, veja o segundo…
O Bandido da Luz Vermelha (Brasil, 1968, Rogério Sganzerla)
Filme revolucionário. Mas estamos falando aqui da verdadeira revolução, daquela que realmente precisa ser feita: a revolução das mentalidades, da estética, da cultura, antropofagia, tropicalismo, contra-cultura, vanguarda, criatividade extrema, livre e desimpedida, busca eterna por novos paradigmas e a superação dos mesmos novos paradigmas antes que virem fórmulas consolidadas. Cinema marginal, cinema manifesto. Celebração da vida e da morte ao mesmo tempo.
Finis Hominis (Brasil, 1971, José Mojica Marins)

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